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EducaçãoEudes Xavier entrega emendas ao relator do PNE, deputado Ângelo Vanhoni18 de Maio de 2011 às 10:28 |
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A Assembleia Legislativa do Ceará sediou na última segunda-feira(16.05), a primeira audiência pública promovida pela Comissão Especial do PNE, da Câmara dos Deputados, para discutir a proposta do Plano Nacional de Educação (PNE). Durante o evento, o deputado federal Eudes Xavier (PT-CE), um dos interlocutores do Fórum de Discussões do PNE no Ceará e membro da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara, entregou ao relator do projeto na Câmara Federal, deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR), um pacote de emendas com sugestões para o fortalecimento da educação no Brasil.
O deputado petista, Ângelo Vanhoni, aproveitou o debate para lembrar que grande parte da população brasileira não tem acesso a educação. De acordo com o parlamentar, uma sociedade soberana e democrática só se consegue por meio do conhecimento e valorização do professor. “Podemos ter a melhor escola, mas se não tivermos um professor motivado com um salário digno, não vamos conquistar a educação que queremos para o nosso País”, pontuou. O coordenador de discussão do PNE no Ceará, Professor Idevaldo Bodião, protestou contra a falta de prioridade para a educação no Brasil. “Eu falo em nome de milhões de brasileiros, muitas das propostas (do PNE) não custarão nada para o Governo”, afirmou. Bodião ressaltou a importância das exigências serem olhadas de maneiras “alargadas e cuidadosas”. O educador defendeu o aumento dos recursos para o setor. “Pedimos que os deputados deem uma olhada razoavelmente cuidadosa. Nós queremos pelo menos 10% do PIB. Está mais do que na hora do Brasil trabalhar naquilo que é necessário”, disse. A representante da Secretaria de Educação do Estado, Cristiane Holanda, frisou a possibilidade de ver algumas das metas realizadas. “A Secult está apoiando o PNE e torcendo para que, com a vontade política séria e o investimento público necessário, possamos conseguir um futuro melhor”, ressaltou. Já o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Francisco Elísio, lembrou que o PNE define metas de qualidade que implicam no aumento de despesas. “Defendemos desde já 7% do PIB em educação para que nos anos seguintes possamos ter 10% para a causa”, pontuou. Para Elísio, é preciso pensar uma política de salários e um plano de cargos. Assessoria de Comunicação/ALC |
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