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Economia SolidáriaEntenda melhor a Economia Solidária02 de Outubro de 2009 às 07:00 |
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A Economia Solidária é um jeito bem diferente das pessoas se organizarem em torno do seu trabalho e dos benefícios que este pode produzir. É um movimento de organização de homens e mulheres que, a partir do trabalho coletivo, passam a desenvolver formas de geração de renda, onde todos e todas têm suas necessidades satisfeitas e o uso dos recursos naturais é feito de forma responsável e consciente. Na economia solidária, o trabalho não tem patrão e empregado. Os produtores e produtoras solidários se organizam em sistemas de autogestão. Ou seja, todos são responsáveis pelo empreendimento, todos decidem em conjunto e se beneficiam igualmente dos frutos gerados pelo mesmo. Esses empreendimentos podem ser legalizados em forma de cooperativas, associações, empresas solidárias, etc, desde que valorizem e estimulem a participação de cada produtor(a). O elemento central da Economia Solidária é a pessoa humana e o bem viver coletivo. Nela, homens e mulheres são respeitados em suas diferenças de sexo, raça/etnia, idade ou orientação sexual. Não cabem reprodução de preconceitos de qualquer natureza. Portanto, a relação é de cooperação, solidariedade e respeito entre todos e todas. Com a força desse movimento, no Governo Lula, criou-se a Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES, que dentro do Ministério do Trabalho e Emprego é o órgão responsável pela construção e implementação das políticas de apoio ao movimento da Economia Solidária em todo o país. |
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Comentários: |
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Juliana Vasconcelos
Enquanto jovem, sonho com um futuro onde as pessoas possam construir seus sonhos e caminhos a partir de sua consciência e vontade de trabalhar, preferencialmente, inspirado em seu potencial. A Economia Solidária, pelo que pude entender, possibilita às pessoas desenvolverem seu trabalho com criticidade, fomentando um perspectiva que o coletivo é uma fonte de possibilidades. Eu que faço parte de um pequeno grupo de jovens na Vila Peri esperamos desenvolver essas perspectivas por aqui. 14/03/2010 ás 12:35:34
abdon
Entendemos esta estratégia como um meio para chegarmos a um fim comum que é o empreendedorismo, autogestão e valorização das habilidades e competências do sujeito em um processo de construção coletiva (e individual). Carece, sim, de mais informação e interação ( "in locu") dos instrumentos sociais (OG. e ONG.) para que a sociedade (comunidade) se articule melhor e é por isso que estamos acreditando na continuidade desta gestão. Parabéns, Eudes, por manter esta credibilidade. 14/03/2010 ás 12:23:50 |
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