| EUDES CHAVIER - Deputado Federal | • clique para imprimir |
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Agricultura - 31/07/2007 Terra, trabalho e políticas públicas |
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O Plano Safra da Agricultura Familiar 2007/2008, lançado recentemente, alcança o novo recorde de R$ 12 bilhões nas diversas linhas de crédito. O Plano Safra da Agricultura Familiar 2007/2008, lançado recentemente, alcança o novo recorde de R$ 12 bilhões nas diversas linhas de crédito disponibilizadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário para custeio, investimento e comercialização do PPONAF. R$ 2 bilhões a mais que o previsto na safra 2006/2007, com cerca de 2,2 milhões de famílias acessando o crédito rural, representando aumento de recursos para a assistência técnica e para o Programa de Aquisição de Alimentos (PPA) como forma de qualificar a produção e incentivar a adesão às tecnologias ambientalmente sustentáveis. Através de audiências com as secretarias de Segurança Pública, Saúde, Educação e Desenvolvimento Agrário, estão sendo debatidas questões relativas à infra-estrutura hídrica associada às práticas de manejo sustentável; assistência técnica permanente e de qualidade com capacitação e participação dos movimentos sociais; criação de um programa de incentivo e apoio para a capacitação, assessoria, crédito e garantia de mercado, que leve em conta a necessidade de maquinário adequado na organização da cadeia produtiva; regulamentação fundiária atendendo prioritariamente as áreas de conflito; zoneamento agrícola para a produção de óleo vegetal para o biodiesel acompanhado de programas de incentivo; criação de um Fundo Estadual de Fortalecimento da Agricultura Familiar que possa impulsionar o financiamento; Educação; Saúde; Segurança Pública para os trabalhadores e trabalhadoras rurais. Dentre o grande número de itens da pauta também se faz presente a Economia Solidária, que se fortalece como modo de organização dos homens e mulheres do campo através das cooperativas de agricultores/as incentivando os arranjos produtivos locais. Mais que isso, transforma-se em fator de solidariedade e compromisso coletivo de nossa gente, que aprende na prática que uma nova economia pode e deve acontecer, contrapondo-se à economia de mercado, que privilegia o individualismo e a ganância da exploração do trabalho. |
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